A cada dia nos deparamos com situações totalmente diferentes,
momentos dos mais diversos. Algumas situações são tão diferentes, tão
inusitadas, que beiram o pitoresco. Vejo isso não só na vida em sociedade, mas
também no âmbito mais íntimo das nossas interações. Podemos trazer isso pro
nosso mundo cristão (se é que temos um mundo nesse mundo...). Vemos tantas
coisas inusitadas surgindo no nosso meio que não sabemos como nos comportar,
como lidar ou como resolver situações que se tornam problema.
Temos que admitir que não estamos preparados para lidar com
situações complicadas, que envolvem emoções humanas, transtornos sociais e de
identidade, condições do ser humano, algumas das quais só Deus pode compreender.
Em nossa congregação estamos nos deparando com algumas
situações delicadas, que envolvem pessoas e suas particularidades, o que é
muito difícil de lidar. Vemos pessoas julgando e sendo julgadas, o que não o
objetivo central. Jesus disse: “Não
julgueis para que não sejais julgados. Pois com a mesma medida com que
julgardes vos julgarão a vós!” Mateus
7.1-2.
O que muitos esquecem é que nossos irmãos são pessoas, seres
humanos, muitas vezes, com problemas, dificuldades, coisas dentro de si que
precisam ser trabalhadas, com só com chicotadas severas, mas sim com amor, com
a palavra de Deus, com oração, busca a Sua presença e, acima de tudo,
preservação do livre arbítrio dado por Deus às pessoas. Eu posso ajudar alguém
a mudar de vida, mas não posso obrigá-lo a fazer isso. Se ele não quiser, não
há nada a se fazer. Isso foi problema em nossas igrejas durante muitos anos,
pois não havia noção de liberdade entre nós. Hoje precisamos entender que cada
um é e vai ser aquilo que quiser ser.
Precisamos nos preparar, imediatamente, para lidar com tudo o que nos está aparecendo; e não isso não significa só expulsar, julgar e condenar ao inferno os problemáticos, pois isso não é cuidado, é egoísmo e hipocrisia. Cuidar é primeiramente amar, depois orientar e finalmente confiar. Precisamos aprender a ser assim, o quanto antes, para o nosso bem e o bem dos nossos próximos.
Precisamos nos preparar, imediatamente, para lidar com tudo o que nos está aparecendo; e não isso não significa só expulsar, julgar e condenar ao inferno os problemáticos, pois isso não é cuidado, é egoísmo e hipocrisia. Cuidar é primeiramente amar, depois orientar e finalmente confiar. Precisamos aprender a ser assim, o quanto antes, para o nosso bem e o bem dos nossos próximos.
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